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Identificação de HPV em biópsia de tumor de Cabeça e Pescoço

Evidências de oncogenes de HPV transcricionalmente ativos do tipo E6 / E7 são consideradas padrão-ouro para a presença de papilomavírus humano (HPV) de alto risco. A identificação do RNA mensageiro do HPV E6/E7 é desafiadora pelas técnicas de detecção convencionais e de extrema relevância clínica. O HPV é o principal agente causador do carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (CECCP) e a identificação precisa dos subtipos do HPV necessita de técnicas com alta especificidade e sensibilidade em amostras de tecidos parafinados.

Você já pensou em visualizar RNA em tecidos? Pensando nisso, a ACD, líder no mercado em hibridização de RNA in situ (ISH), lançou sondas alvo-específicas para os subtipos de HPV. Os kits RNAscope® possuem reagentes otimizados para a detecção e visualização dos transcritos virais em biópsia de tecido fresco ou parafinado.

O ensaio de RNA ISH fornece a mais alta sensibilidade e especificidade RNAscope® para detecção in situ do papilomavírus humano transcricionalmente ativo no carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço

Alta Sensibilidade e Especificidade

As metodologias atuais para a detecção do HPV são baseadas na amplificação por PCR e ISH de DNA. A amplificação do HPV por PCR é mais sensível, mas menos específica do que o DNA ISH. Estudos publicados (Bishop et al., 2013, Upko et al., 2011, and Schache et al., 2013) indicam que o ensaio RNAscope® é a melhor opção por ser mais sensível, quando comparado com qPCR e DNA ISH, na detecção do HPV em carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (CECCP). Além disso, os resultados quantitativos e qualitativos do RNAscope® são mais bem correlacionados com imunohistoquímica (IHC) do que outros métodos. Veja comparativo na Tabela 1.

Tabela 1. Comparativo das tecnologias disponíveis utilizadas na identificação e quantificação do HPV, considerando PCR quantitativa como “padrão ouro”.

Abreviações: IHC= imunohistoquímica; ISH= hibridização in situ; VNP= valor negativo preditivo; VPP= valor positivo preditivo; qPCR= PCR quantitativa.

Avaliando os resultados comparativos, a tecnologia RNAscope® demonstrou maior sensibilidade e especificidade para a determinação do HPV comparado as técnicas disponíveis (Schache et al, 2013), pois permite a quantificação dos transcritos virais e visualização das células que estão expressando esses transcritos.

Figura 1. Detecção do RNA mensageiro do HPV E6/E7 em células de carcinoma de células escamosas usando o kit RNAscope® VS Reagente Kit-BROWN com sondas para HPV de alto risco.

Detecção da expressão do RNA mensageiro do HPV E6/E7 em tecidos

Alta sensibilidade de especificidade – detecta uma única molécula utilizando sondas customizadas com a tecnologia ACD.

Alto espectro – Flexível para marcadores individuais ou painéis de baixo risco (HPV-HR7, HPV-HR18, HPV-LR6) ou painéis customizados.

Robusto e fácil metodologia – Kits disponível para automatização (Sistema Ventana ou Leyca) em análises de rotina.

Porque utilizar RNAscope® na detecção de patógenos virais?

Porque utilizar RNAscope® na detecção de patógenos virais?

- Sensibilidade - com a tecnologia de detecção de moléculas de RNA, o RNAscope® ISH identifica rotineiramente as partículas virais individuais nas células infectadas, mesmo em amostras com cargas virais baixas ou indetectáveis. Seu alto nível de sensibilidade permite a detecção mesmo nos estágios iniciais da infecção.

- Especificidade - a estratégia de design de sonda patenteada permite a detecção precisa entre espécies / linhagens altamente relacionadas, garantindo a precisão mesmo na presença de contaminantes ou vírus similares / relacionados.

- Velocidade - com fluxo de trabalho de somente um único dia e o rápida análise dos resultados, o RNAscope® ISH é uma solução perfeita para a detecção de vírus emergentes ou exóticos.

- Localização - fornecendo detecção molecular precisa e visualização de tipos de células infectadas e tecidos, permite o entendimento da transmissão viral, interações patógeno-hospedeiro, localização, etc.

- Robustez e flexibilidade – resultados confiáveis tanto no método manual quanto na automatização (Sistemas Ventana e Leica).

- Detecção de coinfecção - Os ensaios duplex e multiplex RNAscope® oferecem a possibilidade de detectar vários mRNAs na mesma lâmina ao mesmo tempo.

- Detecção diferencial – a customização flexível de sondas permite a detecção e diferenciação de vírus durante estágios latentes ou ativos.

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