Nova visão das mudanças transcriptômicas em células cerebrais não-neuronais na doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer (DA) é o tipo mais comum de demência, afetando 24 milhões de pessoas em todo o mundo, uma taxa que deve dobrar a cada 20 anos (Reitz et al., 2011). Para pacientes e famílias, o fato de não haver cura e poucos tratamentos eficazes torna a DA uma das doenças mais devastadoras do envelhecimento.


Em um esforço para desvendar a contribuição de células cerebrais, células imunológicas e fatores ambientais, os cientistas vêm utilizando as tecnologias de célula única. Durante a DA, muitas mudanças ocorrem, causando degeneração de vários tipos celulares e disfunção de diferentes vias de sinalização, incluindo alterações da função sináptica, diminuição da integridade da barreira hematoencefálica e perda de suporte neurotrófico.